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Conselho aprova reforma no estatudo e abre portas para a SAF do Sport

O Conselho Deliberativo do Sport aprovou, na noite da última terça-feira, a proposta de reforma do estatuto do clube. As principais mudanças na equivalente à "Constituição Federal" rubro-negra abrem caminho para a autorização que pode viabilizar a chegada de uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) à Ilha do Retiro. A palavra final, porém, será dos sócios.


O Conselho Deliberativo do Sport aprovou, na noite da última terça-feira, a proposta de reforma do estatuto do clube. As principais mudanças na equivalente à "Constituição Federal" rubro-negra abrem caminho para a autorização que pode viabilizar a chegada de uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF) à Ilha do Retiro. A palavra final, porém, será dos sócios.


As alterações no estatuto foram realizadas por uma Comissão Especial, composta pelos ex-presidentes Leonardo Lopes, João Humberto Martorelli e Arsênio Meira, além de Rodrigo Guedes (atual vice-presidente Jurídico), César Caúla, Pedro Henrique Alves e o presidente da comissão, Ademar Regueira. Silvio Neves Neto, diretor jurídico, também colaborou.


"Agora temos uma proposta adequada ao mundo atual, com um modelo de governança corporativa. Retiramos a estrutura engessada, centralizada, presidencialista, para uma estrutura onde as diretrizes vão ser tomadas por um Conselho de Administração", afirmou Regueira.

- Estamos profissionalizando e remunerando os cargos. Foi criado a figura do CEO, que será contratado pelo presidente do Conselho de Administração. Vamos ter a figura de um gestor executivo e de várias diretorias executivas ocupando os diversos segmentos do Sport - acrescentou.


O CEO, cujo cargo será remunerado, será escolhido pelo presidente do Conselho de Administração. Este, por sua vez, será eleito pelos sócios, que escolherão os cinco representantes desse grupo a ser formado por um presidente, um vice-presidente e três membros.


Processo para transformação em SAF


De acordo com Ademar Regueira, o estatuto irá oferecer os instrumentos necessários para que o clube inicie o processo de transformação em SAF.

- O ponto fundamental (da reforma) foi a autorização que esse estatuto está dando para a realização de uma SAF. Não estamos criando uma SAF, isso passa por todo um processo, mas autoriza o clube iniciar e realizar a transformação na SAF - afirmou.


- Criamos alguns freios de contensões, situações básicas que devem ser obedecidas quando da realização da SAF. A nossa SAF não é geral do clube, mas a cessão se dará exclusivamente às atividades do futebol - acrescentou Regueira.


Será necessário, por exemplo, que sejam mantidos símbolo, signos, hino e a imagem do clube. Além disso, o Sport não poderá ficar com menos que 10% das ações do futebol.


Também serão proibidos a cessão dos ativos imobiliários, ou seja, da Ilha do Retiro e do CT rubro-negro. Ambos, porém, poderão ser alugados para a SAF numa "cessão onerosa".



- Estabelecemos também metas de desempenho financeiro e desportivo para a SAF, trazendo regramentos que são basilares e que vão permear a negociação da SAF. Mas, hoje, com aprovação assembleia, o Sport inicia o processo de realização da modernização do futebol - concluiu Ademar Regueira.


Por fim, o estatuto também atualizou infrações disciplinares aos sócios que cometerem atos de violência ou prática dos crimes infamantes, tais como a injúria racial, o preconceito sexual, a misoginia, além da importunação ofensiva ao pudor.

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