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Federação Cearense quer que STJD suspenda jogos em prnambuco

A medida ocorre após quase uma semana do atentado contra o ônibus do Fortaleza


A Federação Cearense de Futebol (FCF) pediu ao STJD que jogos válidos por competições da CBF sejam suspensos em Pernambuco – independentemente do time mandante – até que o Estado comprove garantias para os clubes visitantes. A informação foi divulgada inicialmente pelo Jornal O Povo.


A medida ocorre quase uma semana após o atentado contra o ônibus do Fortaleza, onde seis jogadores ficaram feridos depois que o veículo foi alvo de bombas e pedras enquanto se dirigia a um hotel em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife, após o empate por 1 x 1 contra o Sport no Nordestão.

De acordo com o jornal O Povo, caso este pedido seja recusado, a Federação Cearense solicita que o Sport não possa mandar jogos em Pernambuco.


Se esta medida também for recusada, a FCF pede que os clubes cearenses não joguem em Pernambuco.





Veja, na íntegra, a nota da Federação Cearense sobre o pedido no STJD


A diretoria jurídica da Federação Cearense de Futebol na pessoa dos diretores, Eugenio e Leandro Vasques, interpôs no dia de hoje, a pedido do presidente Mauro Carmélio, manifestação dos autos da medida cautelar da procuradoria do STJD que visa adotar as medidas desportivas cabíveis à espécie no atentado sofrido pela agremiação do Fortaleza Esporte Clube. A Federação Cearense de Futebol nesse ato vem em defesa dos interesses do futebol cearense e da integridade física de todos aqueles que fazem parte do nosso futebol, e requisitou ao STJD na sua manifestação que a extensão da concessão da medida liminar e igualmente o julgamento nesse sentido, para que toda e qualquer partida realizada pela Confederação Brasileira de Futebol no estado de Pernambuco sejam suspensas, até que o estado comprove efetivamente de garantias de segurança às equipes visitantes;


Alternativamente, os jogos da equipe do Sport Recife em Pernambuco em competições organizadas pela CBF sejam realizadas se for garantido segurança às equipes visitantes;


Alternativamente, jogos das equipes cearenses pela CBF, dentro de Pernambuco, não sejam realizados enquanto o estado não assegurar a garantia de segurança necessária.




Atentado contra ônibus do Fortaleza

Após o empate em 1 x 1 de Sport e Fortaleza nessa quarta-feira (21), membros de uma uniformizada ligada ao Rubro-negro realizaram um atentado contra o ônibus que conduzia a delegação do time cearense, que havia deixado a Arena de Pernambuco.


Bombas caseiras e pedras foram atirados contra o veículo, que passava pela BR-232 ferindo jogadores com os estilhaços dos vidros estourados das janelas. Todos estão bem, na medida do possível, mas bastante chocados pela ação criminal.


O lateral-esquerdo Gonzalo Escobar teve um traumatismo cranioencefálico e passará por mais exames, mas encontra-se lúcido e sem sinais de um problema mais grave. Ele também tomou pontos no supercílio e na boca. O goleiro João Ricardo também passou por uma sutura (pontos) no supercílio.


Outros nomes como os zagueiros Titi e Brítez, o volante Lucas Sasha e o lateral-direito Dudu também se feriram com estilhaços de vidro, mas foram atendidos e passam bem. No caso de Titi, ele ainda tinha estilhaços presos na panturrilha, num ferimento mais profundo, porém, passou pela retirada e encontra-se sob os cuidados do DM do Fortaleza.


Polícia Civil diz que segue investigando caso


A Polícia Civil de Pernambuco enviou, nesta terça-feira (27), uma nota à imprensa informando que um homem confessou envolvimento no ataque ao ônibus do Fortaleza, após a partida contra o Sport, pela Copa do Nordeste. O jovem se apresentou na última segunda-feira (26), e prestou depoimento junto com advogado. Sem flagrante, acabou sendo liberado.

A Polícia Civil de Pernambuco informa que segue com as diligências de investigação do caso e está realizando oitivas de testemunhas e suspeitos. Ontem (26), um deles confessou participação na ação do dia 21/02/24 e continuam as investigações para a identificação dos demais envolvidos”disse em nota.




Delegado não dá prazo para prisões

Na última sexta-feira (23), o chefe da Polícia Civil de Pernambuco, Renato Rocha, preferiu não dar um prazo sobre quando as primeiras prisões poderão ser feitas, mas afirmou que mais uma pessoa foi identificada.

“Desde o primeiro momento que tomamos conhecimento do fato, a Polícia Civil vem trabalhando incessantemente. Estamos com um prognóstico bom da situação e acreditamos que vamos chegar aos responsáveis por este ato”, iniciou.


“Temos algumas pessoas identificadas. Não gostaria de falar agora o número de pessoas para não atrapalhar. Porém, temos um número, não é só uma pessoa, e acreditamos que vamos chegar a uma organização”, finalizou.

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